Índice de confiança dos empresários da indústria eletroeletrônica melhora, mas segue abaixo dos 50 pontos
O Índice de confiança do empresário do setor eletroeletrônico aumentou no mês de outubro, mas continua abaixo da linha divisória de 50 pontos, demonstrando falta de confiança, segundo dados da CNI agregados pela Abinee. O Índice de Confiança do Empresário
Industrial (Icei) do Setor Eletroeletrônico aumentou 1,3 ponto no mês de outubro de 2025 em relação ao mês imediatamente anterior, passando de 46,5 para 47,8 pontos. Mesmo com essa elevação, o Icei do setor continua afastado da linha divisória de 50 pontos, demonstrando falta de confiança.
A Abinee destaca que o índice de confiança do setor ficou abaixo da linha divisória de 50 pontos em quase todos os meses de 2025, com exceção apenas do mês de março (51,8 pontos).
O índice registrado em outubro de 2025 também ficou abaixo do verificado no mesmo mês do ano passado, quando o Icei estava em 51,7 pontos.
O crescimento do Icei do setor verificado em outubro 2025 resultou da elevação de 2,5 pontos da área eletrônica e do acréscimo de 0,3 ponto da área elétrica. O Icei da área eletrônica aumentou de 43,8 para 46,3 pontos. Na área elétrica, o Icei passou de 48,9 para 49,2 pontos.
NÍVEL DE EMPREGO – Conforme dados do Caged, o número de empregados da indústria elétrica e eletrônica registrou crescimento de 674 postos de trabalho no mês de setembro de 2025, totalizando 291,6 mil funcionários diretos. Este resultado representa a diferença entre admissões e desligamentos.
Este foi o segundo crescimento seguido após três quedas consecutivas registradas entre os meses de maio e julho deste ano. Dessa forma, o setor eletroeletrônico acumulou expansão de 7,1 mil trabalhadores neste ano, estimulado, principalmente pela área elétrica.
O número de empregados do setor em setembro de 2025 registrou acréscimo de 6,5 mil funcionários ao comparar com setembro do ano passado (285,1 mil trabalhadores). O saldo positivo no nível de emprego verificado em setembro de 2025 foi resultado das admissões de 11,4 mil empregados e do desligamento de 10,7 mil trabalhadores.


