Lapp aposta no mercado de mineração e destaca papel da conectividade na eficiência e automação
O setor de mineração brasileiro vive um ciclo de crescimento e modernização. No primeiro semestre de 2025, o faturamento da indústria chegou a R$ 139,2 bilhões, impulsionado pelo minério de ferro, ouro e cobre. E o movimento de expansão deve continuar: até 2029, estão previstos investimentos de US$ 68,4 bilhões, voltados à transição energética, à melhoria da infraestrutura logística e à exploração de minerais estratégicos como lítio, níquel e terras raras, segundo dados do portal MineraBrasil.
Apesar do cenário otimista, o setor ainda enfrenta desafios significativos, como pressões inflacionárias, esgotamento de recursos naturais, exigências ESG mais rigorosas e baixa maturidade digital. Nesse contexto, cresce o protagonismo de fornecedores de tecnologia e infraestrutura que contribuam para a eficiência e a automação das operações, entre eles, a Lapp, multinacional alemã fornecedora de soluções de cabos e sistemas de conexão industrial.
A empresa vem direcionando investimentos para o mercado de mineração no Brasil, estruturando equipes comerciais e técnicas dedicadas e ampliando seu portfólio de soluções para atender às necessidades específicas das mineradoras. “Nosso objetivo é registrar um crescimento robusto, no próximo ano, por meio de parcerias e oferecendo soluções que combinem durabilidade, confiabilidade e atendimento sob medida às mineradoras e fabricantes de equipamentos”, afirma Douglas Marques, gerente de vendas regionais da Lapp.
O executivo explica que o setor exige produtos de alta performance, capazes de resistir a condições extremas de temperatura, vibração e abrasão, sem comprometer a flexibilidade e a segurança das operações. “Acreditamos que a inovação em cabos e conectividade será determinante para a competitividade da mineração 4.0 no Brasil. Estamos desenvolvendo novas soluções para automação, redes industriais e comunicação, além de trabalhar na nacionalização de parte da produção para aumentar a agilidade e a competitividade local”, destaca Marques.


