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O que mudou no humor dos CEOs brasileiros antes e depois da pandemia da Covid-19

Antes da Covid-19, a expectativa dos CEOs brasileiros sobre a expansão da economia nacional era positiva e havia subido de 76% no início de 2019 para 82% no início de 2020. Sobre as expectativas dos CEOs brasileiros relacionadas ao desempenho da economia global, houve uma queda de 74% para 64% somando confiantes e muito confiantes. Em relação ao crescimento de suas empresas, 92% estavam confiantes no início deste ano, sendo 88% no início do ano passado.

 

Essas são conclusões da pesquisa CEO Outlook 2020, conduzida pela KPMG em janeiro e fevereiro de 2020, antes dos impactos da pandemia. Foram entrevistados 1.300 CEOs das principais economias do mundo, 50 CEOs brasileiros e 270 CEOs da América do Sul para entender preocupações, prioridades, desafios e expectativas de economia e negócios.

 

Sobre o crescimento setorial, a confiança caiu de 2019 para 2020, embora permaneça elevada. Os confiantes são 76%, mas eram 82%. Mesmo assim, é praticamente igual a parcela de entrevistados que estimam crescimento no próximo triênio entre 0,01% e 1,99% ao ano.

 

“O objetivo do CEO Outlook é estabelecer um retrato fiel sobre o que pensam os empresários líderes de negócios que atuam em escala nacional, regional e mundial em relação ao desenvolvimento das operações, aos desafios que enfrentam e suas estratégias para planejarem o sucesso de suas organizações nos próximos anos. Tudo isso com um olhar atualizado e direcionado para as questões mais relevantes relacionadas com economia e negócios”, afirma Charles Krieck, presidente da KPMG no Brasil e na América do Sul.

 

A comparação desta pesquisa com dados de julho e agosto, incluindo análises dos impactos da pandemia, já revela outra perspectiva. A pesquisa CEO Outlook 2020 Covid-19 Pulse revelou, sobre expectativas de crescimento do Brasil, que os CEOs brasileiros estão: muito confiantes (7%), confiantes (33%), neutros (20%), não muito confiantes (7%) e nada confiantes (33%). Sobre crescimento da economia global, os CEOs brasileiros estão: muito confiantes (13%), confiantes (13%), neutros (33%), não muito confiantes (33%) e nada confiantes (8%).

 

As expectativas de crescimento da organização após a pandemia também foram abordadas. No Brasil, os CEOs indicaram o seguinte: muito confiantes (0%), confiantes (40%), neutros (0%), não muito confiantes (47%) e nada confiantes (13%). Na amostra global, 19% estão muito confiantes e 49% estão confiantes.

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