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Embrapii amplia redes de unidades de pesquisa e desenvolvimento

A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) selecionou três Institutos Senai de Inovação (ISI) para ingressar em sua rede de Unidades Embrapii. São eles: o ISI Biossintéticos e Fibras; o ISI Química Verde, ambos na cidade do Rio de Janeiro; e o ISI Materiais Avançados e Nano compósitos, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista. As novas Unidades terão disponíveis R﹩ 18,7 milhões da Embrapii para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) em parcerias com empresas brasileiras.

 

A Embrapii financia até 1/3 de projetos de inovação de empresas brasileiras com recursos não reembolsáveis oriundos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações; e da Educação. Aos valores da organização se somam recursos das próprias Unidades e as contrapartidas da empresa. A expectativa é que o credenciamento das novas unidades gere R﹩56 milhões em novos projetos, uma meta de 69 projetos para os próximos anos.

 

As áreas de competência selecionadas têm alta demanda por inovação e de mercado e podem contribuir com o aumento da disponibilidade de produtos sustentáveis de padrão internacional no país, seja pela melhoria de processos ou pelo desenvolvimento de novas tecnologias.

A entrada de Tecnologias em “Biossintéticos e Fibras” no hall de expertises da rede de Unidades Embrapii permitirá a indústria produzir soluções na área química e da biotecnologia industrial. A área “Química Verde”, que permite a recuperação de rejeitos industriais, também está em consonância com o desenvolvimento de substâncias e processos químicos sustentáveis. Já a competência “Materiais Avançados” permitirá aprimorar e criar produtos e processos que, por sua vez, possam gerar redução de custos, tecnologias mais avançadas e sistemas mais produtivos.

 

O diretor de Operações da Embrapii, Carlos Eduardo Pereira, destaca que, ao inovar, as empresas podem desenvolver produtos de maior valor agregado, reduzir custos e aumentar a eficiência de seus processos produtivo e de gestão. “As áreas de competência selecionadas nesta chamada poderão oferecer à indústria o desenvolvimento de produtos e processos inovadores e interligados com as práticas sustentáveis de produção, gerando benefícios econômicos e sociais”, destaca.

 

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