Metal Mecânica

Romi registra recuperação de margens no segundo trimestre

As Indústrias Romi S.A. registraram no segundo trimestre de 2020 recuperação de margens e a margem EBITDA atingiu 9,8%. A receita operacional líquida, no período apresentou crescimento de 16,8% em relação ao segundo trimestre de 2019, refletindo positivamente na margem EBITDA, que nesse mesmo período apresentou expansão de 5,8 p.p.

 

A Unidade de Fundidos e Usinados, alcançou um crescimento de 39,1% na receita operacional líquida em relação ao segundo trimestre de 2029, impulsionado pelas entregas das peças de grande porte. A margem operacional apresentou crescimento de 14,2 p.p., reflexo do maior volume de produção, evolução na eficiência operacional e maior faturamento. A entrada de pedidos continua crescente e sólida, de acordo com a companhia

 

Na Unidade de Máquinas Romi, a receita operacional líquida, no segundo trimestre de 2020 apresentou queda de 4,4% em relação ao mesmo período de 2019, decorrente a projetos que foram postergados para o terceiro trimestre desse ano devido a situação de pandemia. Porém, dada a redução significativa das despesas operacionais, houve uma expansão da margem operacional, que nesse mesmo período de comparação, cresceu 3 p.p.

 

Mesmo em um ambiente de pandemia global e não realização das principais feiras do setor, a entrada de pedidos na Unidade de Máquinas Romi, no segundo trimestre, apresentou leve redução de 5,8% quando comparado ao mesmo período de 2019. A companhia tem buscado novas alternativas de negócios, como o novo negócio de locação de máquinas.

 

A Unidade de Máquinas B+W apresentou crescimento de 33,7% na receita operacional líquida. O maior volume de faturamento, aliado aos projetos com foco em incremento da rentabilidade refletiram na evolução na margem operacional, que no mesmo período de comparação expandiu 6,3 p.p.

 

A carteira de pedidos, ao final do segundo trimestre de 2020, apresentou crescimento de 9,4% em relação a junho de 2019, com destaque para as Unidades de Negócio Máquinas Romi e Fundidos e Usinados.

 

“O segundo trimestre de 2020 iniciou bastante turbulento. O time da Romi reagiu com muita agilidade a esse ambiente incerto, identificando oportunidades e alternativas, minimizando assim, os impactos da pandemia. Garantimos a cadeia de supply chain, evoluímos em nossos processos internos, criamos novas soluções para os nossos clientes continuarem prosperando, tudo isso amparado por um sólido e cuidadoso protocolo de prevenção à Covid-19. A partir do mês de junho, começamos a notar uma recuperação no ambiente industrial, o que refletiu positivamente na carteira de máquinas Romi e fundidos e usinados”, menciona Luiz Cassiano R. Rosolen, diretor-presidente da Romi.

 

 

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